Archive for Abril 2014


PARA TODOS OS ALUNOS DO SÉTIMO ANO:

A ATIVIDADE SERÁ ENTREGUE NA SALA DE AULA, DIA 05/05.
PARA QUEM QUISER FAZER NO FERIADO, SEGUE ABAIXO, TEXTO E ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO DA PROVA MENSAL:

A BAIXA IDADE MÉDIA – SÉCULO XI AO SÉCULO XIV

Nos últimos anos do século X, foram crescentes o terror para a população Européia.  Várias previsões de catástrofes anunciavam o apocalipse. Para muitas pessoas, o mundo acabaria com a chegada do ano 1000. Mas o mundo não acabou no século X. Muito pelo contrário, a população cresceu e a população chegou no século XI revigorada e em crescimento. Mas ao longo dos séculos seguintes, a população experimentou várias transformações:

Inovações Tecnológicas:

Diversas inovações tecnológicas aconteceram ao longo da baixa idade média. Podemos citar por exemplo, a charrua, uma espécie de arado de ferro que por seu peso , revolvia melhor a terra para o plantio. Passaram também a utilizar a força do cavalo para puxa-la.  Surgiu também o moinho de água, utilizado para moer cereais. O próprio modo de utilizar a terra mudou. Antes, usavam o sistema bienal (plantavam uma terra e deixavam outra para descansar). Mas com o tempo, passaram a utilizar o sistema trienal (o terreno era divido em três partes e a cada ano uma delas descansava).

Dinheiro no campo:

Esses avanços tecnológicos, aumentaram a produção e começaram a surgir os excedentes (sobras) que passaram a ser comercializadas nas feiras medievais, juntamente com produtos manufaturados, produzidos nos burgos pelos citadinos. Esse processo fez com que o dinheiro voltasse a circular permitindo até mesmo a alguns camponeses a juntar dinheiro e pagar por sua liberdade junto ao senhor feudal. Os senhores feudais, vendo circular o dinheiro, começou a preferir o pagamento de tributos em dinheiro e não em corvéia ou talha como faziam antes. E isto, enfraqueceu a relação de fidelidade que existia entre senhor feudal e camponeses.

As cruzadas e o comércio:

Outro fator que aumentou a circulação de mercadorias, foram as cruzadas, promovidas pela Igreja com o apoio da Nobreza. Estas cruzadas objetivavam reconquistar a terra santa (Jerusalém) tomada pelos Islâmicos. Mas quando os nobres voltavam das longas viagens, traziam mercadorias para serem vendidas nas feiras medievais e estes produtos passaram a ter grande valor nas feiras, pois eram diferentes e vinham de muito longe. Nestas feiras, o grande fluxo de pessoas aumentou tanto, que em locais em que eram realizadas algumas feiras, transformou-se em cidades.
No campo, alguns camponeses também passaram a fabricar produtos manufaturados, como sapatos, ferramentas, armas e se mudaram para as cidades, abandonando as relações de vassalagem com senhores feudais e passaram a citadinos, pagando tributos em dinheiro.




A Igreja e o mercado

A Igreja Católica dominava a cultura e a religião e tinha muito poder político junto à monarquia  (Rei). Sua doutrina condenava a USURA ( juros altos) e defendia o PREÇO JUSTO, ou seja,  era ela quem determinava o preço das mercadorias vendidas nas feiras. Isto deixava os burgueses e comerciantes insatisfeitos, pois queriam comercializar livremente, mas tinham a Igreja como um impedimento

As primeiras Universidades:

A passagem de uma economia agrária para outra mista (agrária e comercial) promove mudanças também na cultura. Começaram a surgir as primeiras Universidades medievais. Alguns reis e burgueses, para fugir um pouco do domínio da igreja em relação à cultura, começaram a financiar algumas universidades independentes. Incentivavam em suas escolas, o pensamento crítico, ensinavam idiomas, contabilidade, leis...etc.

A CRISE DO SÉCULO XIV

Todo este florescimento, essas inovações, essas transformações ocorridas na Europa nos séculos XI e XIII, sofreram sérios abalos a partir do século XIV.
A sociedade Européia foi assolada por secas prolongadas que prejudicaram a agricultura. Além do sistema trienal, que desgastou grande quantidade de terras, gerou uma grave crise agrícola. Em 1315 e 1316 a fome foi tão grande que segundo relatos, algumas pessoas usavam o canibalismo (matavam crianças recém nascidas para alimentar-se).

           Para piorar, em 1347, chegou um navio vindo do oriente, que trouxe consigo uma doença conhecida como “peste bulbônica” a qual se alastrou rapidamente por todo o continente. Conhecida como Peste Negra, a doença era transmitida pela pulga do rato e sua urina. A contaminação se dava também de pessoa para pessoa. Por ter péssimos hábitos de higiene a doença ficou descontrolada e matou um terço da população.

  
Calcula-se que morreram cerca de 25 milhões de pessoas.

As crises que atingiram a população européia provocaram uma insatisfação geral. No campo, senhores feudais tentavam impedir a fuga de camponeses para os centros urbanos e, para compensar os prejuízos, aumentavam os impostos. Nas cidades, a alta burguesia (os mais ricos) impediam os artesãos de tentarem conquistar seu espaço. Toda esta situação provocou revoltas urbanas e camponesas em diversas regiões da Europa.

A crise da sociedade .

A sociedade encontrava-se em grande depressão, em função dos acontecimentos catastróficos ocorridos no continente. Criticavam a igreja, que era responsável pelas orações e pensavam que os clérigos não estavam exercendo direito suas funções.
Também começavam a questionar as ações da Igreja que vendia relíquias sagradas (sangue de Jesus, coroa de espinhos, sandálias de Jesus, roupas de santos mortos ) através da SIMONIA. Vendiam também lotes no céu, horas no purgatório para o perdão dos pecados, através das INDULGÊNCIAS.
Isto tudo foi enfraquecendo o poder da igreja.


ATIVIDADES PARA FIXAÇÃO/ RECUPERAÇÃO DE CONTEÚDO

1 – A partir do século XI, surgem por toda a Europa diversos avanços tecnológicos, especialmente na agricultura. Quais foram esses avanços e o que mudou no cotidiano das populações com estes avanços?

  
2 – o aumento do excedente (sobra) agrícola vendidos nos mercados, fez aumentar a circulação de moedas ao passo que foram sendo comercializados nas feiras medievais e isto contribuiu para o crescimento do comércio. Mas também ocorreram as cruzadas. Explique como as  cruzadas também contribuíram para o aumento do comercio.


3 – Com as transformações da agricultura e do comércio, as cidades também se modificaram, provocando uma verdadeira explosão urbana. Explique com se originou (começou) esta explosão e que transformações ocorreram nesta época na vida econômica e na vida da sociedade.

  
4 – A partir do século XI, surgiram universidades na Europa. Quem as financiou  e quais eram os objetivos?


5 – Explique como surgiram os burgueses na baixa Idade Média:


6 – Explique o que são produtos manufaturados .


7 – Por que durante a crise agrícola e a Peste Negra, as relações entre senhores feudais e camponeses foi transformada. Como se deu esta transformação?





7º ANO - RECUPERAÇÃO DE CONTEÚDO - PROVA MENSAL

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Posted: terça-feira, 29 de abril de 2014






Consolidação da Revolução Francesa...ou Burguesa?


VÁ AO CAPÍTULO 3 - PÁGINA 52 e 53

Napoleão...slide 16 à 24


VÁ À PÁGINA 54 ,  55 

Revisando...





documentário History Channel 










8º ano - aula 28/04 - Liberalismos e socialismos no século XIX

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Posted: domingo, 27 de abril de 2014
            
            As relações entre Brasil e África, foram não somente reflexos dos interesses políticos e econômicos dos governos brasileiros, mas também das conjunturas internas e externas ora favoráveis a aproximações, ora desfavoráveis e até mesmo incômodas dependendo da linha política adotada.

            Iniciaram-se no período de colonização do Brasil – destacando-se que sendo também uma colônia limitou-se economicamente a questão do tráfico negreiro e mesmo posterior à independência foi muito mais significativa nos aspectos culturais e de formação da nossa identidade -  ressaltando os períodos de descolonização da África que se intensificaram  na década de 50/60, passando pela década de 70 que foi o período em que se iniciaram aproximações mais concretas, as quais estagnaram-se  na década de 80/90 e retomada nos primeiros anos da década de 2000

            Exemplo de que fatores tanto internos quanto externos é que direcionaram essas relações, foi o posicionamento no início do processo de independência das colônias africanas, intensificado na década de 50, onde o Brasil se posicionou pró colonialismo, em virtude dos vínculos econômicos estabelecidos através das políticas adotadas pelo governo no contexto do desenvolvimentismo. Tal postura comprometeu por algum tempo, a representação do Brasil nas recém nascidas repúblicas com destaque para Moçambique, que através da FRELIMO demonstrou ressentimentos e dificultou relativamente a mediação do Brasil em outros processos de independência já na década de 70.

            Na década de 80, para o Brasil conhecida como “década perdida”, o país estava se reestruturando política e economicamente em virtude das questões que envolviam o fim do regime militar, o início da redemocratização e a relevante herança recebida em forma de hiperinflação. Creio que as prioridades estavam voltadas para questões internas, não justificando, mas compreendendo o “afastamento” das relações com a África.

            Talvez o desconhecimento sobre as possibilidades oferecidas pelo continente africano e até mesmo o preconceito de governos que se construíram sob influência das elites brasileiras e que seguiam a risca os modelos ocidentais de civilização, como os governos da década de 1990, também alinhados ao neoliberalismo, os fizeram negligenciar essas relações, subestimando o potencial daquele continente ao usar critérios seletivos de aproximação e por isso, retardaram possibilidades de parcerias e cooperações técnico-cientíticas e  que hoje se constituem como pilar das relações Brasil-África.

            O importante é que não chegaram a comprometer totalmente  essas relações, pois sempre existiu entre ambos, uma identificação primeiro cultural e física e depois econômica, já que o Brasil assim como África, foi colônia de países ocidentais imperialistas, e apesar das peculiaridades de cada sistema colonial, sofreram as mesmas intervenções no curso natural de suas identidades e de suas construções político-econômicas, como o  imperialismo predatório e o neoliberalismo invasivo logo após o período da Guerra Fria este último que  tendeu a dividir o mundo em zonas de influências entre socialistas e capitalistas o que pode ser atestado tanto em relação às  organizações africanas  anticoloniais como nas ditaduras brasileiras.

            Nos anos 2000, na era “Lula”, há uma espécie de retomada dos interesses daqueles intelectuais da década de 50, os quais se pautavam na identificação histórico-cultural com os países africanos, reivindicando maior aproximação visando além dos aspectos econômicos, parcerias significativas para ambos os lados. Além de reabilitar as relações entre o Brasil e África, fortaleceu os vínculos, ao passo que vai muito além de questões meramente econômicas.

            Hoje, África se mostra um celeiro de oportunidades para o Brasil. A conjuntura tanto interna quanto externa do favorece essa aproximação, ao passo que estando o país  em franco desenvolvimento,  com a estabilidade econômica alcançada nos últimos dez anos, se insere no contexto internacional como uma das maiores economias do mundo, apta a investimentos exteriores e com capacidade de intercâmbio comercial com um continente que apesar das dificuldades, tem demonstrado sua capacidade de desenvolvimento com grandes perspectivas para um futuro próximo.

 
                                                       

Márcia Fernandes da Cunha Ferreira

3º ano - texto para pesquisa - Brasil e a descolonização da África, os processos de independência e as relações da atualidade.

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Posted: terça-feira, 22 de abril de 2014



A REVOLUÇÃO FRANCESA

CAPITULO II DA APOSTILA.

RESOLVA TODOS OS EXERCÍCIOS.

8º ano - Matéria da prova mensal - REVOLUÇÃO FRANCESA

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  • ·               As cruzadas (motivo que levaram europeus às cruzadas do século XI ao XIII
  • ·         As cruzadas  e o ressurgimento do comércio no século XI
  • ·         O surgimento da burguesia como classe social
  • ·         A diversificação dos ofícios no a partir do século XI com a diversificação dos ofícios

  
  • ·         Crise econômica – decadência do feudalismo – página 36, 37
  • ·         A crise do século XIV (quais fatores foram responsáveis pela crise do século XIV)


·         Faça TODOS os exercícios do capítulo 2 -  MERCADO, RIQUEZA E AS TÉCNICAS DE ACUMULAÇÃO DE CAPITAL até a página 38.


obs: toda a matéria já foi vista em sala de aula, através de aulas expositivas, exercícios,slides, vídeos. 

bom trabalho!

7º ano - MATÉRIA PARA A PROVA MENSAL:

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Produção de Texto NARRATIVO. 

Abaixo estão 20 perguntas as quais servirão de orientação para a produção do texto, ou seja, deverão ser  respondidas em forma de um texto narrativo.  Não é para responder em formato de “perguntas e respostas”, é para responder em formato de TEXTO NARRATIVO.

1 – Quais as duas teorias mais aceitas para o povoamento das Américas?
2 – Como viviam os primeiros americanos?
3 – Quais mudanças climáticas ocorreram há 10 mil anos atrás, que provovcaram mudanças na América?
4 – Onde ocorreram as primeiras experiências agrícolas na América?
5 – Quais foram os primeiros alimentos cultivados na América?
6 – Que mudanças a descoberta da agricultura provocou no modo de vida das sociedades americanas?
7 – Além da agricultura, que outro fator levou os povos americanos à permanecerem mais tempo em um mesmo lugar?
8 – que avanços técnicos a prática da agricultura possibilitou na América?
9 – Como viviam os primeiros habitantes do Brasil?
10 – Como era a religião dos primeiros habitantes do Brasil?
11 – Como os primeiros habitantes do Brasil utilizavam o fogo?
12 -  como o milho, o feijão e  o algodão chegaram no Brasil?
13 – quem eram os sambaquis?
14 – quem eram os tupi-guaranis?
15 – quem eram os tupinambás?
16 – alguns arqueólogos descobriram esqueletos primitivos em Santa Catarina. Quais conclusões tiraram desta descoberta?
17 – quem eram os povos que trabalhavam a arte da cerâmica no Brasil primitivo?
18 – por que os primeiros habitantes do Brasil construíam suas moradias em locais próximos aos rios e às matas?
19 – Como é a situação dos indígenas na atualidade?
20 – Existem leis que protegem os indígenas brasileiros? Cite uma. 


  • O trabalho será feito em folha separada, com capa e se quiser, imagens. 
  • Deverá conter nome, turma, disciplina e nome da professora. Ainda deverá conter a data de entrega, que será o mesmo da prova mensal. 
  • Deverá entregar este trabalho junto com a prova mensal. 
  • Este trabalho destina-se a todos os alunos que ainda não receberam a nota bimestral do primeiro bimestre. 


Bom trabalho. 


Trabalho de Recuperação do 6º ano - 1º Bimestre.

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Posted: sábado, 19 de abril de 2014




Download AQUI

Economia no brasil império

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Posted: domingo, 13 de abril de 2014


NEOCOLONIALISMO SÉCULO XIX

Características do Neocolonialismo do século XIX

ü      Transição do capitalismo Liberal e Industrial para o Capitalismo Monopolista e Financeiro (inovações tecnológicas do século XIX e novas fontes de energia – aço, petróleo, energia elétrica).

ü      Lógica do imperialismo:  concentração do capital industrial e do monopolismo.

ü      Diferenças entre Neocolonialismo século XIX (capital industrial financeiro)
ü      Colonialismo século XV (capital comercial e mercantil)

Darwinismo social

Imperialismo na África

ü      Conferência de Berlim (1885)
ü      Estratégias utilizadas para dominação cultural dos nativos africanos.
ü      Relações de trabalho


Imperialismo na China

ü      Guerra do ópio
ü      (nacionalismos) Revolta Taiping, Revolta dos Boxers,

Imperialismo na Índia

ü      Revolta dos Sipaios
ü      Ghandi

acesse o link abaixo: Guerra Civil na África



3º ano - revisão para prova mensal - Imperialismo século XIX

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Transição da Idade Média para a Idade Moderna

ü      Formação dos Estados Modernos
ü      Crise do feudalismo


ü      Crise do século XIV

ü      As principais transformações ocorridas no período de transição da Idade Média para a Idade Moderna:

ü      Ascensão da burguesia como classe social (crescimento da economia comercial e urbana)

ü      Renascimento Cultural e artístico (visão antropocêntrica do mundo – o homem como a medida de todas as coisas.

ü      Protestantismo (divisão da Cristandade Ocidental, surgimento do anglicanismo, luteranismo, calvinismo)

ü      Surgimento de importantes pensamentos e teorias, dentre elas: o “direito divino dos reis”.

ü      Formação das monarquias nacionais

ü      Centralização do poder político na figura do Rei (Regime político ABSOLUTISTA ou ABSOLUTISMO.

ü      Surgimento do MERCANTILISMO como sistema econômico do regime ABSOLUTISTA.

ü      Sociedade Estamental (Três Estados: clero, nobreza, burguesia e camponeses.)


Conceitos:

Dinásticos, ou dinastia: série de sobranos da mesma família que se sucedem no poder
Estamento: mode de estar, relativo a sociedade.
Burocracia:classe de funcionários que exercem poder administrativo para o estado

Protecionismo: política de proteção da produção nacional. 

1º ANO - REVISÃO PARA PROVA MENSAL:

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Posted: sábado, 12 de abril de 2014

2º ano - Economia Brasil Império

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Posted: quarta-feira, 9 de abril de 2014

1º ano - aula do dia 02/04/2014 - Formação dos Estados Modernos - absolutismo

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Posted: terça-feira, 1 de abril de 2014

Para melhor compreensão, 

assistam ao vídeo :

 DOCUMENTÁRIO REVOLUÇÃO FRANCESA - HISTORY CHANNEL



8º ANO - AULA DO DIA 07/04/2014

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